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As 5 coisas que aprendemos sobre UGC a trabalhar com marcas como Maxibon, Flexicar e outras empresas

80% das marcas querem UGC

Em resumo

  • O UGC é utilizado para criar conteúdo lifestyle, divertido e natural, não apenas anúncios diretos de produtos.
  • As marcas testam perfis diferentes e dão prioridade à consistência em vez do vídeo perfeito, com entre 2 e 3 vídeos UGC por semana.
  • 80% das marcas procura conteúdo para os seus próprios canais, anúncios, paid media e ecommerce.
Neste artigo

O UGC deixou de ser simplesmente “pessoas a gravarem-se com o telemóvel”. O que estamos a ver na HICARI, em marcas como Maxibon, Flexicar, OCU, Davante, Yoigo… e muitas outras empresas (consulte aqui casos de sucesso da HICARI) é algo muito mais interessante: o UGC tornou-se uma nova forma de comunicar nas redes sociais.

E a mudança mais importante é provavelmente esta: as marcas já não utilizam UGC apenas para vender produtos. Utilizam-no para parecerem mais humanas.

1. As marcas utilizam criadores de UGC para alimentar as suas redes com conteúdo lifestyle

Um dos padrões mais claros que vemos na HICARI é que os conteúdos que funcionam melhor raramente são anúncios diretos, ou seja, simplesmente falar para a câmara sobre o produto. As marcas estão a utilizar criadores de UGC para criar:

  • Conteúdo lifestyle
  • Trends
  • Situações do dia a dia
  • Humor
  • POVs
  • Storytelling
  • Eventos e levar os criadores de UGC a gravá-los
  • Conteúdo que simplesmente entretém.

E faz sentido: no TikTok ou no Instagram, as pessoas entram para consumir conteúdo, não publicidade. Os vídeos que parecem anúncios costumam gerar rejeição imediata, enquanto os formatos mais naturais conseguem maior retenção e interação.

Por exemplo:

InstagramVer no Instagram (abre num novo separador)

2. O produto nem sempre aparece

Em muitos vídeos, o produto ocupa apenas alguns segundos. Ou nem sequer está presente. O que costuma ser importante é:

  • A história
  • A personalidade do criador
  • A situação que está a ser contada.

Na verdade, muitas marcas estão a perceber que o conteúdo funciona melhor quando parece uma publicação nativa das redes sociais, quando a marca parece um criador e não uma peça publicitária tradicional de um anúncio de televisão.

Por exemplo:

InstagramVer no Instagram (abre num novo separador)

3. Mudar de criadores constantemente funciona melhor do que depender sempre da mesma cara

Outra aprendizagem muito clara: as marcas que conseguem melhores resultados costumam testar constantemente perfis diferentes.

E as razões são simples:

  • O conteúdo (e as caras) esgota-se rapidamente
  • Cada criador estabelece uma ligação diferente com o público
  • Permite testar que criador e que forma de comunicar estabelecem uma ligação e funcionam melhor

Por isso, vemos cada vez mais marcas a trabalhar com vários perfis ao mesmo tempo, em vez de procurarem “o seu criador definitivo” e se comprometerem desde o início com a mesma cara ou caras.

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4. A consistência é mais importante do que o vídeo perfeito

As marcas que melhor compreendem as redes sociais não publicam UGC como campanhas isoladas. Publicam constantemente.

Na maioria dos casos em que vemos melhores resultados, as marcas estão a trabalhar com uma frequência de entre 2 e 3 vídeos UGC por semana.

Porque as redes funcionam através de:

  • Repetição
  • Volume
  • Aprendizagem

Muitas vezes, a melhoria não resulta de produzir um vídeo espetacular, mas de publicar mais e aprender mais rapidamente que formatos funcionam. E não nos esqueçamos de que os vídeos têm uma vida útil cada vez mais curta.

5. 80% das marcas querem UGC para os seus próprios canais

Existe uma ideia errada bastante generalizada: pensar que o UGC consiste principalmente em criadores publicarem conteúdo nos seus perfis. Os criadores de UGC publicam nas suas redes ou apenas enviam conteúdo às marcas?.

Mas o que vemos na HICARI é diferente.

Aproximadamente 80% das marcas procuram conteúdo criado para elas, para o utilizarem em:

  • As suas redes sociais
  • Anúncios
  • Paid media
  • E-commerce

Apenas 20% procuram campanhas UGC em que o criador publique nas suas próprias redes.

E aqui acontece algo interessante: a maioria dessas colaborações é feita com perfis relativamente pequenos, normalmente entre 2.000 e 8.000 seguidores. Porquê? Porque costumam gerar uma perceção mais autêntica e natural do que os perfis grandes.

A conclusão é o aumento da utilização diária do formato UGC

A maioria das marcas já compreendeu algo importante: nas redes sociais, não ganha quem parece mais corporativo. Ganha quem consegue integrar-se melhor na forma como consumimos conteúdo atualmente.

E isso significa: parecer mais humano, mais próximo, mais natural e menos publicidade. Por isso, o UGC já não é simplesmente uma tendência. Está a tornar-se uma das principais formas de comunicação digital para as marcas.

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Sobre o autor

Miguel Palau

CMO / Cofounder HICARI

Escreve sobre UGC, conteúdo para redes sociais e Paid Media a partir dos projetos que gerimos todos os dias na HICARI.

Perguntas frequentes

Que tipos de conteúdo UGC estão as marcas a utilizar?

As marcas recorrem a conteúdo lifestyle, trends, situações do dia a dia, humor, POVs, storytelling, eventos e vídeos pensados simplesmente para entreter.

Porque é conveniente trabalhar com vários criadores UGC?

Alternar entre perfis permite evitar que o conteúdo e os rostos se desgastem, chegar a públicos diferentes e testar qual o criador e a forma de comunicar que funcionam melhor.

Onde utilizam as marcas o conteúdo criado por criadores UGC?

Aproximadamente 80% das marcas procura conteúdo criado para os seus próprios canais, anúncios, paid media e ecommerce. Apenas 20% procura campanhas nas redes dos criadores.

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